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Proibições do WhatsApp não impedem que milhões usem o app onde ele é banido

Proibições do WhatsApp não impedem que milhões usem o app onde ele é banido

Créditos: AARN GIRI/Unpslash

Apesar de ser banido em diversos países, o WhatsApp segue como ferramenta de comunicação essencial para milhões de pessoas. Utilizando métodos alternativos, usuários driblam as restrições e acessam o aplicativo de forma segura e privada.

Will Cathcart, diretor da plataforma pertencente ao grupo Meta, revelou à BBC News que “dezenas de milhões” de pessoas estão utilizando soluções técnicas para contornar as proibições. “Você ficaria surpreso com quantas pessoas descobriram um jeito“, afirma Cathcart.

WhatsApp é proibido em alguns países do oriente

O WhatsApp, assim como outros aplicativos ocidentais, enfrenta bloqueios em países como Irã, Coreia do Norte, Síria e, desde o mês passado, China. Em nações como Catar, Egito, Jordânia e Emirados Árabes Unidos, o uso de recursos como chamadas de voz é restrito.

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Embora a empresa consiga identificar a localização dos usuários através de seus números de telefone registrados, Cathcart ressalta: “Temos muitos relatos de pessoas que usam o WhatsApp e o que podemos fazer é olhar para alguns dos países onde estamos bloqueados e ainda ver dezenas de milhões de pessoas se conectando ao WhatsApp“.

No caso da China, a medida de banimento foi mais rigorosa. Em abril, a Apple foi obrigada a impedir que usuários chineses de iPhone baixassem o aplicativo da loja online. Cathcart considera a ação “lamentável”, ressaltando que o país nunca representou um grande mercado para o WhatsApp.

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Para driblar as restrições, usuários de Android recorrem ao download do aplicativo fora das lojas oficiais. Já em outras regiões, a ascensão das redes privadas virtuais (VPNs) e do serviço proxy do WhatsApp, lançado em junho passado, tem sido crucial para manter o acesso à plataforma.

Vale salientar que, assim como o WhatsApp e o Signal – ambos com criptografia de ponta a ponta que garante a privacidade das mensagens –, a China também baniu o Telegram e exigiu a remoção do aplicativo de microblog Threads.

Luta pela liberdade na internet

Em sua participação no evento World Service Presents sobre liberdade na internet, Cathcart defendeu a importância da exportação de plataformas tecnológicas ocidentais como forma de promover valores democráticos. No entanto, ele reconhece que esse poder vem diminuindo, juntamente com os ideais ocidentais de uma internet livre e aberta.

Certamente está sob ameaça – e acho que é uma luta“, disse Cathcart. “Temos muito orgulho no fato de estarmos fornecendo comunicação privada segura, livre de vigilância de governos autoritários, ou mesmo de censura governamental, a pessoas de todo o mundo que de outra forma não a teriam.

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“Mas é uma ameaça constante e uma batalha constante”

O diretor da plataforma se mostrou preocupado com medidas de diferentes governos, inclusive no Reino Unido, que visam banir a criptografia de ponta a ponta e permitir que a polícia tenha acesso às mensagens de suspeitos de crimes.

Infelizmente, não creio que esse debate tenha acabado“, disse ele à BBC News. “As pessoas se preocupam com a privacidade, mesmo se não entendem de criptografia de ponta a ponta, do que ela é e como funciona. E essa é uma das razões pelas quais temos que falar tanto sobre isso, para sermos realmente claros sobre o que isso significa e o que está em jogo.

Fonte: BBC

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